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Story Maker de Eventos: O Que Faz, Como Cobrar e Como Organizar a Agenda

Publicado em pela equipe agentto

Story maker gravando a noiva com o celular

Há poucos anos, quase ninguém sabia o que era um story maker. Hoje ele aparece na lista de fornecedores de muitos casamentos, festas de 15 anos e eventos de empresa. A profissão nasceu do jeito como as pessoas consomem os próprios eventos: os noivos querem ver e compartilhar a festa no mesmo dia, sem esperar semanas pelas fotos e pelo filme.

O que faz um story maker

O story maker registra o evento com o celular e entrega conteúdo pronto para as redes sociais: stories em tempo real, bastidores, vídeos curtos e, em muitos pacotes, um reels editado logo depois da festa. É diferente do fotógrafo e do videomaker, que entregam um material mais elaborado com prazo maior. O story maker entrega rapidez e o olhar de quem está dentro da festa.

Em casamentos, o trabalho costuma começar no making of da noiva e do noivo e seguir até a pista de dança. Em eventos de empresa, o foco pode ser a divulgação ao vivo para o perfil da marca.

O que considerar na hora de cobrar

Os valores variam muito por cidade, experiência e tipo de evento, então em vez de um número, vale montar o preço a partir do que pesa no seu custo e no seu tempo:

  • Horas de cobertura: quantas horas você fica no evento, do making of ao fim da festa.
  • O que é entregue: só stories durante a festa, ou também reels editados, fotos tratadas e arquivos brutos?
  • Prazo de entrega: entregar o reels na mesma noite exige trabalho na madrugada e merece valor maior.
  • Deslocamento: eventos fora da cidade incluem transporte e, às vezes, hospedagem (veja como cobrar o deslocamento).
  • Equipamento: celular bom, estabilizador, microfone, iluminação e baterias extras têm custo e se desgastam.

O guia de quanto cobrar por evento mostra como juntar tudo isso num preço que paga as contas.

Celular gravando uma festa com luzes ao fundo

Monte pacotes claros

Pacotes facilitam a decisão do cliente e evitam a pergunta "mas isso não estava incluído?". Um exemplo de estrutura: um pacote básico com cobertura da festa e stories ao vivo, um intermediário que inclui making of e um reels editado, e um completo com mais horas e entrega de mais vídeos. Escreva o que cada um inclui com números (horas, quantidade de vídeos, prazo).

Organize a agenda como os outros fornecedores

O story maker vive a mesma rotina dos outros profissionais de eventos: muitas datas no fim de semana, festas que passam da meia-noite, clientes fechando pelo WhatsApp. E, por ser uma profissão nova, muita gente começa anotando tudo no próprio celular, nas notas, misturado com o resto. Funciona com dois eventos por mês. Com oito, começa a confusão.

Para cada evento, anote no momento do fechamento: data, horário de início e de término, local, nome e contato dos noivos ou do responsável, pacote contratado, valor, sinal e quando vence o saldo. Veja mais dicas na página da agentto para story makers.

Contrato também para quem é novo

Por ser uma profissão recente, muitos story makers fecham sem contrato. É justamente quando o cliente ainda não sabe bem o que esperar que o contrato mais ajuda: ele diz quantas horas, o que será entregue, em que prazo, e se você pode usar o conteúdo no seu perfil. Veja o que não pode faltar no contrato.

Agenda e dinheiro de cada cobertura

A agentto guarda cada evento com data, horário (inclusive a festa que termina às 4h), local pelo CEP, cliente, pacote, sinal e adiantamentos, e mostra quanto falta receber. No plano Pro, os contratos saem do seu modelo em Word, prontos para assinatura digital. Crie sua conta grátis e organize suas próximas coberturas.

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